Praia de Pontal de Maceió/Fortim apresenta novas manchas de óleo, diz Ibama

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A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Fortim, confirmou a presença de óleo neste fim de semana. Por G1 CE. 04/11/2019 14h49  Atualizado há 3 horas

Manchas de óleo foram registradas, neste sábado (2), na praia cearense de Pontal do Maceió, de acordo com um relatório divulgado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), neste domingo (3). A Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) informou que, no dia 31 de outubro, “pequenas manchas” foram encontradas no local pela Marinha.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Fortim confirmou a presença de óleo neste fim de semana, mas esclareceu que a quantidade foi “considerada pequena” pelos agentes municipais. Uma barreira de contenção foi instalada no município ainda no sábado (2). O Ibama aponta que as primeiras manchas de óleo foram registradas no dia 30 de agosto, na Paraíba. Praias dos nove estados do nordeste foram afetadas.

A Marinha divulgou na última quinta-feira (31), que todas as praias do Ceará estavam livres das manchas de petróleo cru. No estado, a substância já atingiu mais de 20 praias, entre elas, pontos turísticos como Morro Branco, Icapuí e Canoa Quebrada. Até o dia 31 de outubro, quatro toneladas de óleo cru e resíduos contaminados foram coletados pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace).

O que diz o relatório

As praias do Futuro, da Sabiaguaba, de Paracuru e da Lagoinha são apontadas como atingidas por vestígios do óleo. Contudo, a última visita realizada pelo órgão nesses trechos do litoral, presente no próprio relatório, é datada de 17 e 18 de outubro. A Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente da capital, negou a presença de novas manchas nas praias de Fortaleza.

Praias com até 10% da sua extensão atingida pelo óleo são considerada pelo Ibama como contendo vestígios da substância. Acima de 10% o órgão cataloga como praia com a presença de mancha de óleo. O petróleo cru tem sido reaproveitado em uma fábrica do sertão cearense.

O Instituto VerdeLuz registrou a morte de pelo menos 44 tartarugas no Ceará, desde a aparição das manchas. O instituto revelou que não tem condições estruturais de realizar a necrópsia dos animais achados nas praias, por isso, o número levantado não chega a ser exato.

Fonte: G1.Com

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